BOM PRINCÍPIO DO PIAUÍ – Foram disponibilizados os dados e vínculos funcionais dos profissionais da área médica que atuam sob o regime de contratação no município. Os registros detalham a data de admissão, a carga horária semanal e os vencimentos brutos de cada servidor.
Todos os profissionais listados foram admitidos na mesma data — 2 de fevereiro de 2026 — e integram a lotação de médicos contratados da municipalidade. Somadas, as remunerações brutas de todos os médicos totalizam um investimento mensal de R$ 56.416,00 na gestão do prefeito Apolinário Morais.

Abaixo, os dados detalhados de cada profissional:
Amanda de Brito Silva
- Cargo: Médico (a)
- Data de Admissão: 02/02/2026
- Carga Horária: 40 horas semanais
- Total de Vencimentos (Salário Bruto): R$ 14.900,00
Carlos Eduardo Almeida Sousa
- Cargo: Médico (a)
- Data de Admissão: 02/02/2026
- Carga Horária: 40 horas semanais
- Total de Vencimentos (Salário Bruto): R$ 10.500,00
Nauana Maria Rodrigues dos Santos
- Cargo: Médico (a)
- Data de Admissão: 02/02/2026
- Carga Horária: 40 horas semanais
- Total de Vencimentos (Salário Bruto): R$ 13.508,00
Priscila Veras Santos
- Cargo: Médico (a)
- Data de Admissão: 02/02/2026
- Carga Horária: 40 horas semanais
- Total de Vencimentos (Salário Bruto): R$ 13.508,00
Paulo Afonso Lages Goncalves
- Cargo: Médico Contratado
- Data de Admissão: 02/02/2026
- Carga Horária: 30 horas semanais
- Total de Vencimentos (Salário Bruto): R$ 4.000,00
Entenda o Cumprimento das Cargas Horárias Diárias e Questionamentos na Saúde Local
Em termos práticos, para cumprir uma jornada contratual de 40 horas semanais distribuídas de segunda a sexta-feira, cada profissional deve realizar 8 horas diárias de atendimento. No caso da jornada de 30 horas semanais, o cumprimento regular equivale a 6 horas diárias de trabalho no mesmo período. Dessa forma, os médicos com contratos de 40 horas deveriam manter uma rotina de presença diária dedicada aos serviços de saúde do município.
No entanto, o setor de saúde de Bom Princípio do Piauí enfrenta questionamentos levantados por frentes de fiscalização e relatos locais que apontam para possíveis irregularidades no cumprimento dessas jornadas. Há suspeitas de que profissionais contratados e pagos com recursos públicos para cumprir 8 horas diárias possam não estar prestando o atendimento na integralidade de suas cargas horárias estipuladas.

Caso venha a ser confirmado que os cidadãos não estão recebendo a assistência médica diária prevista em contrato, a situação configurará uma falha na destinação dos recursos da saúde. A verificação efetiva e rotineira dessa assiduidade cabe aos órgãos competentes e aos instrumentos oficiais de controle do município, como as folhas de ponto da Secretaria de Saúde e o acompanhamento do Conselho Municipal de Saúde.